Tradução
Tradução
Há palavras que não gostam de viajar sozinhas. Traduzo textos com atenção ao sentido, ao ritmo e à voz de quem os escreveu, para que a história encontre outras línguas sem deixar de ser sua.
Mas há ideias que insistem em sair da gaveta. Este é o espaço para tudo o que não cabe nas páginas certas: pensamentos, experiências, provocações e outras formas de expressão.
Sim, sou esse Pedro Rodrigues aka O Deus das Pessoas Sem Rosto e este é o meu refúgio digital.
Nasci no dia 1 de março de 1987, na Cova-Gala, Figueira da Foz.
Sou autor do blogue Os Filhos do Mondego – criado em 2010 e que, segundo fontes de algumas cabeças, fez de mim um dos pioneiros do movimento da literatura da Internet em Portugal; e um dos escritores mais seguidos e partilhados do espaço digital.
Já escrevi romances, livros de contos e de dispersos. Enfim, uma miríade de obras – umas mais doces, outras mais amargas. Porque nem todas as histórias existem para nos deixar confortáveis, pois não?
Queres saber mais? Estás no site/sítio certo.
Há histórias que precisam de atravessar fronteiras. Outras ainda andam à procura de uma forma para sair da cabeça. Traduzo umas, ajudo a dar vida a outras - sempre à procura das palavras certas.
Já trabalhei em imensos livros – romances, contos, poesia e dispersos… enfim, uma miríade de obras. Umas mais leves, outras nem por isso. Porque nem todas as histórias existem para nos deixar confortáveis, pois não?
O meu último romance – O que Cede em Silêncio – foi editado pela Manuscrito (chancela da Editorial Presença), em fevereiro de 2026. É uma história sobre o luto, o silêncio e os recantos menos simpáticos da mente humana. Pelo meio, há uma mulher chamada Fátima, uma família à deriva e uns ruídos que ninguém mais parece ouvir.
Aqui, poderás encomendá-lo – assinado e dedicado.
Escrever é um trabalho solitário. Depois os livros chegam a outras mãos, ganham outras leituras e deixam de ser só meus. Aqui ficam algumas palavras de quem já leu O Que Cede em Silêncio.
Como as cassetes antigas, também eu tenho um lado B: cáustico, escatologista, incongruente e descrente – mas sempre, sempre, divertido. Porque se o circo está a arder, alguém tem de ter o isqueiro na mão, não é?
É desse lado menos domesticado que nasce O Deus das Pessoas Sem Rosto, o meu alter ego. Um universo onde o absurdo se cruza com a ironia, o humor negro convive com a provocação e o politicamente correto nem sempre é convidado a entrar.
Aqui, não há grandes preocupações em agradar a toda a gente. Há espaço para o desconforto, para as contradições humanas e para aquelas ideias que talvez devessem ficar na cabeça, mas que acabam por ganhar vida através de pensamentos e ilustrações.
Para co-labs, parcerias, projectos editoriais, conteúdos, ilustrações, campanhas ou outras propostas criativas que precisem de duas ou mais cabeças a funcionar. Escreve por aqui.